Nas proximidades do povoado havia uma fazenda conhecida pelonome "Árvore de Espuma", pertencente ao português, Antônio José Guimarães, que além das suas atividades agropastoris mantinha um estabelecimento comercial onde vendia tecidos e gênero diversos.
Com capacidade de liderança, o senhor Antônio José Guimarães que havia conquistado posição de destaque na localidade impôs a transferência da feira para o pátio de sua fazenda. Começou daí a formação de novo povoado. Com auxílio da população a esposa do fazendeiro fez construir uma capela em homenagem a Nossa Senhora das Dores.
Após vinte e quatro, cansada, a população de localidade, não suportando mais surgiu uma fase de maior desenvolvimento para a localidade.
Em 1873, no dia 28 de maio por força da Lei nº 1103, da Assembléia Provincial de Pernambuco, foi criada a paróquia, que obteve assim sua independência. Com um crescente desenvolvimento social e econômico, os timbaubenses procuraram sua emancipação política, que o obtieram com a promulgação da Lei nº 1363, de 8 de abril de 1879, que criou o município e comarca de Timbaúba, sendo a povoação elevada à categoria de vila.
Salve ó terra dos morros, querida
Tu que brilhas, heril, soberana
De teus filhos mostrando a grandeza,
Aureolada de luz sobre-humana
Estribilho
Timbaúba altaneira
És formosa e varonil
Segue à frente, terá amada
Para a glória do Brasil
Tuas pontes, teu rio perene
Dos teus nomes a doce verdura
Nos transfundem nas almas serenas,
Todo encanto e fulgor da natural
Sob o pálio de Deus, protetor
Deslumbrando, com luzes e glória
És, nas lides ideais da cultura,
Timbaúba, um cantar de vitória
Nobre gleba, onde o povo não teme
Qualquer luta se apresente,
De nobreza és escudo bem forte,
Consagrando ao amor, permanente!