O povoamento da localidade, São José da Coroa Grande, então pertencente ao município de Barreiros, teve início por volta de 1853, segundo registros históricos.
Seus antigos moradores se fixaram, inicialmente, nas costas marítimas, atraídos pela pesca abundante, ali existente. Além do mar, o rio Uma foi outra fonte de exploração dos pescadores. A agricultura foi outro meio de atividade econômica à qual se dedicaram os habitantes locais, principalmente no que se refere ao cultivo do côco-da-baía e às culturas de subsistência.
O desenvolvimento da agricultura deu margem à criação das feiras semanais e, consequentemente, se ampliou o comércio de produtos agrícolas, marcando, assim, nova fase de desenvolvimento.
O topônimo teve origem, primeiramente, em homenagem a São José. O segundo motivo foi em face do aparecimento de grandes coroas de terra que se formam, quando se verifica a maré-baixa.
No passado, não muito distante,
Oh! Linda terra lhe chamaram Puiraçu.
Bravos índios, primeiros habitantes,
Belas Coroas, em mar sempre azul.
São José da Coroa Grande,
Resplandece hoje o sol do progresso,
Seus filhos orgulhosos agradecem,
Ao nosso Deus pelo grande sucesso.
O açúcar foi um marco na história,
Que era exportado na Praia do Gravatá.
Abreu e Várzea do Una, seus distritos,
Muitos engenhos o município vem formar.
São José da Coroa Grande,
Resplandece hoje o sol do progresso,
Seus filhos orgulhosos agradecem,
Ao nosso Deus pelo grande sucesso.
As margens do Perssinunga nos une,
Ao estado de Alagoas, um abraço.
Lembram o pescador e tirador de coco,
Brava gente, que não conhece fracasso.
São José da Coroa Grande,
Resplandece hoje o sol do progresso,
Seus filhos orgulhosos agradecem,
Ao nosso Deus pelo grande sucesso.
Fauna, flora, manguezais, densas praias,
Os coqueiros e recifes de corais,
Representam a grandeza de um povo,
Cujo lema é a preservação da paz.
São José da Coroa Grande,
Resplandece hoje o sol do progresso,
Seus filhos orgulhosos agradecem,
Ao nosso Deus pelo grande sucesso.