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Recife

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Bandeira

Brasão

Prefeito(a)

João da Costa Bezerra Filho (PT)

Gentílico

recifense

DDD

81

Aniversário

12 de março

Fundação

12 de março de 1537

Recife é um município brasileiro, capital do estado de Pernambuco. Localizado às margens do oceano Atlântico, o município possui uma área de 219 km² e uma população de 1.536.934 de pessoas. É a sede da área metropolitana que leva seu nome: a Região Metropolitana do Recife é a maior aglomeração urbana do nordeste brasileiro e quinta maior do país, com 3,7 milhões de habitantes. Classificada pelo IBGE como uma metrópole nacional, o Grande Recife é a metrópole de maior densidade populacional do Nordeste brasileiro e terceira mais densamente habitada do país, superada apenas por São Paulo e Rio de Janeiro, além de ser a cidade nordestina com maior área de influência regional, possuindo a quarta maior rede urbana do Brasil em população. O Recife, das capitais estaduais atuais, é a mais antiga do Brasil.

Desempenha um forte papel de centralizador econômico em seu estado e região, com uma área de influência que abrange inclusive outras capitais, como João Pessoa, Maceió, Natal e Aracaju. Sua área metropolitana inclui, além da capital pernambucana, mais 14 cidades do Grande Recife, concentrando 65% do PIB estadual.

Recife foi eleita por pesquisa encomendada pela MasterCard Worldwide como uma das 65 cidades com economia mais desenvolvida dos mercados emergentes no mundo. Apenas cinco cidades brasileiras entraram na lista, tendo Recife recebido a quarta posição, após São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília e à frente de Curitiba.

Destaca-se por possuir o mais importante pólo médico do Norte/Nordeste; um grande pólo tecnológico, o Porto Digital, que abriga várias empresas multinacionais; uma forte indústria de construção civil: a cidade detém grande número de arranha-céus em comparação a outras capitais do país.

Com um grande potencial turístico e forte vocação para o turismo de negócios, frequentemente é escolhida como sede de diversos eventos, como simpósios, jornadas e congressos. O Aeroporto Internacional do Recife é o maior da região em capacidade anual de passageiros e está entre os mais modernos do país, tendo sido eleito um dos 5 melhores aeroportos do mundo pelas companhias de aviação. Em seu sistema de transporte público, conta com uma frota de 4.600 ônibus, que transportam 1,7 milhão de passageiros por dia e um eficiente sistema de Metrô, onde embarcam 225 mil pessoas diariamente.

O nome "Recife" provém da palavra arrecife, grande barreira rochosa de arenito (recifes) que se estende por toda a sua costa, formando piscinas naturais.

Geralmente, o nome do município dentro de frases é acompanhado de artigo masculino, como acontece com os municípios do Rio de Janeiro, do Crato, do Cabo de Santo Agostinho e outros. A esse respeito, muitos intelectuais recifenses e pernambucanos já se pronunciaram, entre eles Gilberto Freyre, em seu livro O Recife, sim! Recife, não!, em 1960. Sobre o tema se pronunciou o historiador pernambucano José Antônio Gonçalves de Melo: "Porque se originou de um acidente geográfico - o recife ou o arrecife - a designação do Recife não prescinde do artigo definido masculino: O Recife e nunca Recife."

Por outro lado, o gramático Napoleão Mendes de Almeida afirma em longo arrazoado que não se deve usar o artigo definido para fazer referência à cidade, mas apenas ao bairro homônimo: "o bairro do Recife na cidade de Recife".

História

O Recife foi fundado em 12 de março de 1537, a partir da comunidade de pescadores da Vila de Ribeiro do Mar dos Arrecifes. Logo em seguida, devido a sua posição geográfica privilegiada, criou-se ali um porto, chamado de porto do Recife. Enquanto o velho ancoradouro de Olinda já não suportava a intensa movimentação de pesados veleiros, o recém criado porto surgiu como uma ótima alternativa de atracamento das embarcações. Nesse momento, Recife já se configurava como uma colônia significante de pescadores. O nome do povoado foi escolhido por causa dos arrecifes, rochedos de coral e arenito formando uma muralha natural que circundam todo seu litoral.

A partir de então, o porto se desenvolveu, e Olinda – capital da Capitania de Pernambuco – passou a escoar toda a sua produção de açúcar através do porto do Recife. Com o incremento da atividade portuária, Recife se desenvolveu rapidamente e sua prosperidade logo atraiu colonizadores, vindos de terras distantes como a Holanda.

A intervenção holandesa, que abrangeu o período de 1637 a 1654 foi um fator decisivo para o incremento urbanístico da parte central do Recife, com a proposta inicial dada pela construção de fortes e redutos para impedir os ataques por terra de ouros povos.

Liderados por João Maurício de Nassau, os holandeses promoveram um estonteante processo de urbanização na cidade para a construção da chamada cidade Maurícia. O seu governo pavimentou ruas, drenou pântanos, construiu pontes (inclusive a primeira das Américas), palácios, canais, estradas, escolas, um jardim botânico (o primeiro do Brasil) e até um observatório astronômico. Transformou o que era um pequeno vilarejo num moderno centro urbano. E com o objetivo de investir em cultura, copiando o que vira nas cidades européias que visitou, importou missões artísticas e científicas para cidade. Para tanto, mandou trazer homens ilustres, como Marcgraf, botânico; Franz Post e Eckout, pintores; Clalitz, geógrafo; Plante, latinista e poeta; Piso, naturalista; dentre outros; tornando o Recife pólo cultural do país.

Assim, o Recife foi se tornando, a partir dos holandeses, um grande centro comercial, intermediando a circulação de mercadorias em função da presença do porto e dos judeus - comerciantes por excelência.

Desse modo, Recife ganhou importância e destaque, passando a categoria de vila em 1710, gerando desafetos com a população Olindense, predominantemente aristocrática (habitada pelos senhores de engenho) que culminou na revolta nativista, denominada de Guerra dos Mascates (1710). Depois de muita luta, que contou com a intervenção das autoridades coloniais, o embate teve fim um ano mais tarde.

Em  5 de dezembro de 1823, o Recife é elevado à categoria de cidade e em 1827, o Recife passa a ser capital da província, devido a sua importância econômico-finaceira já consolidada. O Recife entra, então, numa fase de acelerado progresso que se estende até os dias atuais. Porém esse crescimento ocorreu por vezes de forma desordenada, desdenhando de uma boa infra-estrutura de saneamento e habitação, fato considerado normal para as grandes metrópoles nacionais.

Atualmente, Recife se destaca por ser um pólo de cultura, lazer e serviços no Norte-Nordeste, além de ter um excelente complexo médico-hospitar público e privado localizado nos bairro da Ilha do Leite e Derby, e por ser considerado o terceiro pólo gastronômico do país.

Dentre os pontos turísticos, o Recife apresenta a Praia de Boa Viagem; o Bairro do Recife, com seus sobrados seculares e onde há intensa vida noturna; os inúmeros museus e igrejas e as aconchegantes e arborizadas praças presentes em qualquer um de seus bairros.

O carnaval é um espetáculo à parte. Na terra que viu surgir o Frevo, não se pode esquecer-se de mencionar o bloco do galo da Madrugada, considerado o maior bloco carnavalesco do mundo, pelo Guinness Book.

Nos últimos anos, a prefeitura da cidade tem procurado descentralizar e diversificar o carnaval recifense, o que tem o tornado ainda mais atraente e valorizado.

Geografia

A cidade do Recife está situada sobre uma planície aluvional (fluviomarinha), constituída por ilhas, penínsulas, alagados e manguezais envolvidos por 5 rios: Beberibe,Capibaribe, Tejipió e braços do Jaboatão e do Pirapama, conferindo-lhe características peculiares. Essa planície é circundada por colinas em arco que se estendem do norte ao sul, de Olinda até Prazeres (Jaboatão).

Clima

O Recife tem um clima tropical, com alta umidade relativa do ar. Apresenta temperaturas equilibradas ao longo do ano devido à proximidade com o mar. Janeiro possui as temperaturas mais altas, sendo a máxima de 30 °C e a mínima de 25 °C, com muito sol. Julho possui as temperaturas mais baixas, sendo a máxima de 27 °C e a mínima de 20 °C, recebendo muita precipitação. A temperatura média anual é de 25,2 °C.

Vegetação

O Recife possui uma pequena área de Mata Atlântica no bairro de Dois Irmãos, onde se localiza o Parque Dois Irmãos, o maior parque do município. Além disso, várias áreas do município são de manguezal. As principais encontram-se próximas ao Rio Capibaribe, na zona sul e na fronteira com Olinda. Com 215 hectares de área, o Parque dos Manguezais, pertencente à Marinha do Brasil, está situado entre os bairros do Pina, Boa Viagem e Imbiribeira, na zona sul do Recife, e é banhado pelos rios Jordão e Pina. É um dos maiores manguezais urbanos do mundo, do qual fazem parte a Ilha de Deus, a Ilha de São Simão e a Ilha das Cabras.

Hidrografia

O Recife é conhecido como "Veneza Brasileira" graças à semelhança fluvial com a cidade europeia de Veneza. Cercado por rios e cortado por pontes, é cheio de ilhas e mangues. Ali acontece o encontro dos rios Beberibe e Capibaribe que deságuam no Oceano Atlântico. O município conta com dezenas de pontes, entre elas a mais antiga do Brasil, a ponte Maurício de Nassau. A altitude média em relação ao nível do mar é de 4 metros, porém há algumas áreas do município que se localizam abaixo do nível do mar. O município se localiza na latitude de 8º 04' 03''S e longitude de 34º 55' 00''O.

 

Histórico

No começo, alguns pescadores e homens do mar se estabeleceram na estreita porção da terra, que vinha de Olinda e se alargava para as bandas do extremo sul. Alguns armazéns para recolher os açúcares; uma pequena ermida, sob a invocação de um santo amigo das gentes do mar - São Telmo, o Recife começou assim.

Mais tarde, os pesados veleiros, que precisavam refrescar em águas bem abrigadas, livres da agitação do ancoradouro de Olinda, buscaram a sombra dos arrecifes, que se erguiam ao sul. Assim surgiu o Recife, em função do velho ancoradouro espécie de largo canal situado entre os arrecifes de arenito e a península, onde se misturavam as águas do mar e as dos dois rios - o Capibaribe e o Beberibe.

Construíram-se, depois alguns fortes - o do Mar, o de São Jorge e o do Bom Jesus, que, mais tarde, em 1561, defenderiam o Recife contra o ataque dos piratas franceses, aqueles que deixaram gravada numa das pedras do arrecife "Le monde va de pis en pis".

Mas, somente em 1630, quando a humilde povoação se estendera até a ilha dos Navios, na confluência dos dois rios, e já apresentava a igreja que os frades franciscanos ali haviam erguido, dar-se-ia a grande invasão holandesa, empreendida por uma esquadra de 56 navios, comandada por Henry Cornell Lonck.

Abria-se um dos capítulos mais movimentados, vivos e heróicos da história de Recife. Defendida por Matias de Albuquerque, ocupada pelos holandeses, governada pelo Conde João Maurício de Nassau, Recife nunca foi subjugada de todo. Nem mesmo no brilhante governo de Maurício de Nassau, que dotou a terra de amplos jardins e palácios, promoveu a vinda de homens ilustres, como Marcgraf, botânico; Franz Post e Eckout, pintores; Clalitz, geógrafo; Plante, latinista e poeta; Piso, naturalista.

João Fernandes Vieira, André Vidal de Negreiros, Filipe Camarão e Henrique Dias são os principais heróis da Restauração Pernambucana, movimento em que culminava a surda hostilidade e resistência contínua contra os dominadores. Na Campina do Taborda, pernambucanos e holandeses, depois das duas memoráveis batalhas dos montes Guararapes, assinam a capitulação no dia 23 de janeiro de 1654. Durara 24 anos o domínio holandês.

Após a Restauração, o Recife entra em período de intenso desenvolvimento, facilitado pelas trocas comerciais através do seu porto. Disto resulta grave rivalidade com Olinda, cujo desfecho vem a ser o conflito que passou à historia com a denominação de Guerra dos Mascates. Era a revolta dos nobres de Olinda contra os portugueses do Recife, ciosos da elevação de seu povoado à categoria de Vila, mediante a instalação do pelourinho, em 1710. Nessa movimentada luta surgiu o Sargento-mor Bernardo Vieira de Melo, com a sua proposta da instauração de uma República na capitania, "ad instar" da de Veneza, talvez a primeira tentativa de implantação do regime republicano na América. Sufocada a rebelião, o pelourinho é reerguido e o Recife permanece como Vila.

A cidade marca o seu progresso com a instalação de uma Alfândega, a construção de várias pontes, a execução de aterros, que ganham novas superfícies úteis às terras alagadas. A 6 de março de 1817, rebenta no Recife uma revolução de caráter republicano e nativista. Os nomes de Domingos Teotônio, Manuel Correia de Araújo, Domingos José Martins, Pedro de Souza Tenório, José de Barros Lima e outros estão na boca de todos. O movimento, porém, é dominado e um governo despótico é instituído, tendo à frente Luís do Rego Barreto. Mais tarde, a 26 de outubro, o governador português e suas tropas embarcam para Portugal; tropas de além-mar não mais desembarcariam no Recife.

Pernambuco, assim, tornava-se independente antes do Grito do Ipiranga. O Recife é elevado à categoria de Cidade, no dia 5 de dezembro de 1823. No ano seguinte, rebenta outra revolução de caráter republicano, que passou à história sob o nome de Confederação do Equador. Dentre os heróis desse movimento destaca-se Frei Joaquim do Amor Divino Caneca, que foi fuzilado a 13 de janeiro de 1825. Em 1827, o Recife passa a ser capital da província.

Dois movimentos revolucionários, a setembrizada e a abrilada, em 1831 e 1832, respectivamente, são logo dominados.

Em 1838, assume o governo da província Francisco do Rego Barros, posteriormente Conde da Boa Vista, cuja administração foi assinalada por notáveis melhoramentos urbanos. Duas grandes realizações datam desse período: a construção do Palácio do Governo e a do primitivo Teatro Santa Isabel, obra do engenheiro francês Louis Léger Vauthier, que o Conde fizera vir de Paris, de onde vieram, também, outros técnicos. Cais, estradas, pontes, abastecimento de água, uma Repartição de Obras Públicas, foram algumas das tarefas empreendidas por Francisco do Rego Barros.

Esse brilhante período da vida do Recife foi perturbado, todavia, pela Revolução Praieira, irrompida em 1848 e organizada pelo partido liberal, composto dos "praieiros". Chefes principais: Pedro Ivo, João Roma, Nunes Machado - este último morto bravamente em combate.

O Recife entra, então, numa fase de acelerado progresso. A cidade começa a ampliar-se, iniciando-se, em 1907, a execução do grande e modelar plano de saneamento, concebido pelo higienista Saturnino de Brito.

Formação Administrativa

A povoação do Recife surgiu em 1561 passando, no ano de 1637, sob domínio holandês a denominar-se Maritzstad (Mauricéia), em homenagem a Maurício de Nassau.

Elevada à categoria de vila com a denominação de Recife, por Carta Régia de 19 11.1709. Instalada em novembro de 1771.

Pela resolução de 31-07-1817 e lei municipal nº 1, de 06-04-1892, é criado o distritos de Poço de Panela e anexado a vila de Recife.

Por alvará de 25-08-1789, é criado o distrito de Santo Antônio e anexado a vila de Recife.

Pela lei provincial nº 173, de 20-11-1846, é criado o distrito de Várzea e anexado a Vila de Recife.

Distrito criado com a denominação de Recife, por alvará de 20-03-1772 e lei municipal nº 1, de 06-04-1892.

Elevado à condição de cidade, por carta Imperial, de 05-12-1823.

Elevado à Capital do Estado, por portaria, de 29-12-1825, confirmado pela resolução de 15-02-1827.

Pela lei municipal nº 1, de 06-04-1892, são criados os seguintes distritos: Afogados, Boa Vista, Encruzilhada, Graças, Poço da Panela, Santo Amaro, Santo Antônio, São Frei Pedro Gonçalves, São José,Várzea e anexado ao município de Recife.

Pela lei nº 8, de 28-06-1893, é criado o distrito de Peres e anexado ao município de Recife.

Pela lei nº 95, de 27-04-1896, são criado os distritos de Madalena e Torre e anexado ao município de Recife.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído de 14 distritos: Recife, Santo Antônio, 1º e 2º distritos de São José, 1º e 2º distritos de Boa Vista, 1º e 2º distritos da Graças, 1º, 2º e 3º distritos Afogados, Torre, Poço da Panela e Várzea.

Nos quadros de apuração do Recenseamento Geral de 1-IX-1920, o município aparece constituído de 19 distritos: Recife, afogados, Boa Vista, Caxangá, Graças, Ilha Fernando de Noronha, Ilhas do Pina, Madalena, Areias, Nogueira, Peres, Poço da Panela, Pombal, Santo Amaro, Santo Antônio, São José, Torres e Várzeas.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município é constituído de 10 distritos: Recife, Afogados, Beberibe, Boa Vista, Graças, Poço, ex-Poço da Panela, Santo Antônio, São José, Tigipio e Varzea,

Em divisão territorial datada de 31-XII-1936, o município é constituído de 4 distritos: Recife, Boa Vista, Afogados e Graças.

Em divisão territorial datada de 31-XII-1937, o município é constituído de 5 distritos: Recife, Fernando de Noronha, Boa Vista, Afogados e Graças.

Pelo decreto-lei estadual nº 92, 1938, o município de Recife figura unicamente do distrito sede, entretanto, abrange 10 zonas Recife, Santo Antônio, São José, Afogados, Boa Vista, Graças, Poço, Várzea, Tejípio e Beberibe.

Pelo decreto-lei federal nº 1402, de 09-02-1942, desmembra do município de Recife o distrito de Fernando de Noronha. Elevado à categoria de Território Federal.

Pelo decreto-lei nº 324, de 31-07-1942, o município de Recife ficou dividido em 4 sub-distritos: 1º Recife, Santo Antônio e São José; 2º Boa Vista, Santo Amaro, Graças e Encruzilhada; 3º Afogados, Madalena, Tijípio e Boa Viagem; 4º Poço, Casa Amarela, Várzea e Beberibe.

Em divisão territorial datada de I-VII-1960, o município é constituído do distrito sede e se compõe de 15 zonas administrativas: Recife, Boa Vista, Santo Amaro, Graças, Encruzilhada, Afogados, Madalena, Tejipió, Boa Viagem, Poço, Casa Amarela, Várzea, Beberibe, Santo Antônio e São José.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de I-I-1979.

Pela Constituição Federal de 1988, o território de Fernando de Noronha foi extinto e sua área reincorporado ao Estado de Pernambuco.

Em divisão territorial datada de 18-VIII-1988, o município é constituído do distrito sede. e se compõe de 15 zonas administrativas: Recife, Boa Vista, Santo Amaro, Graças, Encruzilhada, Afogados, Madalena, Tejipió, Boa Viagem, Poço, Casa Amarela, Várzea, Beberibe, Santo Antônio e São José.

Em divisão territorial datada de 1-VI-1995, o município é constituído do distrito sede.

Em divisão territorial datada de 15-VII-1999, o município é constituído do distrito sede.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2005.

 

Localização

Unidade Federativa

Pernambuco

Latitude e Longitude

8º 04' 03''S, 34º 55' 00''O

Mesoregião

Metropolitana do Recife

Altitude

4 metros

Microrregião

Recife

Área

218.5

População

1536934

Densidade

7034.0228832952

Evolução Populacional

Pirâmide Etária

PIB

R$ 63 452 491,720 mil (BR: 18º) – IBGE/2008

PIB per capita

R$ 14 485,67 IBGE/2008

Receitas e Despesas

PIB por Setor

IDH

0,857 elevado PNUD/2000

Bioma

Mata Atlântica

Clima

Tropical

Limites

Jaboatão dos Guararapes, São Lourenço da Mata, Camaragibe, Paulista e Olinda.

Cep inicial

Casamentos

Docentes por Série

Matrículas por Série

Número de Escolas por Série

Estabelecimentos de Saúde

Frota de Veículos

Fotos

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