O município deve o nome ao antigo engenho de cana-de-açúcar pertencente ao mestre de campo Manuel Alves de Morais Navarro, natural da Capitania de São Paulo, de onde partira no comando de um terço de 1ª a linha para a Campanha dos Palmares.
Fato marcante da história de Paulista ocorreu a 20 de maio de 1817, quando o padre João Ribeiro Pessoa de Melo Montenegro, participante da Revolução Pernambucana, suicidou-se ao ver a causa perdida.
Seu cadáver, sepultado na Capela do Engenho Paulista, foi desenterrado e mutilado; e a cabeça, separada do tronco, levada para o Recife e colocada no pelourinho por ordem do Almirante Rodrigo Lobo, comandante da esquadra enviada da Bahia pelo Conde dos Arcos, para reprimir o levante.
Hoje, o antigo cenário de heroísmo e celeiro de trabalho e de progresso.
O antigo Engenho de Manuel Navarro
Cresceu e para o mundo despontou
É hoje palco de um progresso imensurável
Paulista, símbolo da graça e do labor!
Em teu rico solo, o choro é riso
Doce paraíso encantador
Onde os dias têm mais luz
Onde as estrelas têm mais fulgor
Em cima, o céu é mais azul, é mais bonito Refrão
Em baixo, a brisa tem aroma de eucalipto
Teu povo é mais ordeiro e mais gentil
Paulista, fração linda do Brasil (BIS)
Qual grande lençol verde se agitando
T eu mar faz do teu leste atração
Enquanto o sol que é bem mais sol sobre teu solo
Esquenta o ar, esquenta a vida esquenta o chão
És o apogeu de um sonho lindo
Esplendor de um dia de verão
Onde a paz reside em paz
Onde as roseiras bem mais rosas dão
Em cima, o céu é mais azul, é mais bonito Refrão
Em baixo, a brisa tem aroma de eucalipto
Teu povo é mais ordeiro e mais gentil
Paulista, fração linda do Brasil (BIS)