Os colonizadores da Capitania de Itamaracá, principalmente aqueles que fixaram residência no valor do Rio Tracunhaém, foram os primeiros a desenvolverem, as matas sombrias em busca de Rinções, para a agricultura de subsistências.
Madereiros seguia rio acima na mesma trilha em busca dos cobiçados sítios, naquela época a interiorização, as matas litoraneas foram sendo desmatadas. iam-se implantando nas matas e vales dos rios a atividades canavieira esquecera-se aos poucos o comércio do Pau-Brasil na época nem todo o colono dispunha de recursos para implantação de engenho daí surgi o pastoreio desenvolvendo-se ao lado da agricultura e da pecuária bem como o surgimento do vaqueiro, do caboclo, sobressaindo-se também a atividade madereira necessários a confecção de caixa para o embarque de açúcar bruto feitos em nossos engenhos, devemos lembrar que os desbravadores destas paragens, foram os colonizadores da Capitania de Itamaraca que notadamente se fixaram as margens do Rio Tracunhaém nota-se ligeiramente que Lagoa do Carro teve sua ocupação oriunda dos rios Capibaribe e Tracunhaém, rota dos caminhos dos Desbravadores.
Acreditamos que até Lagoa do Carro, data de aproximadamente 1630, havia visto a invasão flamenga naqula época fato que contribuiu, para errefecer o surto colonizador, que procurou outros sítios para cultivo, bem como negros que durante a invasão flamenga a capitania arribou para as ribeirinhas do Tracunhaém, formando a tribo panelas de formiga.
Em 1699 Lagoa do Carro estava englobada nas cincos léguas de terras, conhecidas como Matas do Brasil, comprada por Diego Coelho Romero, a Gregório de Matos Pereira, em 20 de março 1669.
Nos meados do século XVIII 1670, melhor dizendo já existia o engenho terra vermelha, que ficava próximo a oiteiro e também da Lagoa do Carro primeiro nome dado a nossa terra, na época Lagoa do Carro era patrimônio do real Colégio Jesuita de Olinda nele já existia uma capela dedicada a Nossa Senhora da Soledade.
Origem do nome da cidade: Originou-se devido um naufrágio na Lagoa, de um carro de boi carregado de tijolos. Depois desse acontecimento o povo não dizia mais vamos a Terra de Santana mas sim a Lagoa do Carro.
Teu passado de história tão linda.
A um mundo de sonhos nos leva.
Pois saindo do meio da selva.
Verdes campos ostentas ainda.
Ó Lagoa do Carro querida.
Sou teu filho e te amo profundo.
És a terra mais bela do mundo.
E por ti em darei minha vida.
Ao nascer já os braços abria.
Para o luso e também o cativo.
E ao índio que era nativo.
Terras, águas e matas cedias.
Da liberdade a conquista fizeste.
E o futuro te vê sorridente.
Assim marchas ativa em frente.
Sob o céu do Brasil no Nordeste.
Aqui vimos teus filhos diletos.
Irmanados num só pensamento.
Te fazer fiel juramento.
De amar-te com todo o afeto.