A fazenda Poço – Verde implantada no Sopé da Chapada do Araripe teve sua origem devido a um poço que não secava, suas águas eram cristalina, uma parte era coberta por Vitória-Régia o poço abastecia os moradores da região, ao lado havia, três frondosas árvores: Juazeiro, Tamboril e Baraúna, cuja sombra abrigavam as pessoas que por ali passavam em busca de descanso.
Em meados de 1938, comboieiros de várias regiões circunvizinhas tansitavam por veredas, vilarejos, povoados e cidades. Transportando no lombo de burros em malas de couro, produtos regionais com sal, abacaxi, peixe salgado, farinha etc.
A sombra das árvores foi o local principal onde se realizou a 1º feira em 1938, criada pela necessidade dos seus habitantes, que pouco crescia e se difundia nas caatinga do alto sertão Pernambuco. De forma simples ao estilo rústico de seus habitantes, realizou-se na ausência de barracas apenas sob à sombra das árvores, onde forma expostos, produtos artesanais e comidas tipicas da região.
Neste mesmo ano ao som de búzios dos vaqueiros, houve uma convocação de voluntário com o objetivo de desmatar o terreno para a construção da futura Vila. Tendo em frente desse movimento os Senhores: Joaquim Eugênio Silva, Aureliano Rodrigues Damacena e Antônio Tavares.
Mocidade hei avante! Avante!
Na conquista da luz do saber
Ipubi nos confia radiante,
Um futuro de glória erguer.
Sois da Pátria esperança fagueira
Branca nuvem de um róseo porvir
Do futuro levais a bandeira,
Hasteada na frente a sorrir.
Bravos filhos da terra querida
Vê - de história é o nosso fanal
Ela traz em painel esculpido
Toda glória de um povo imortal
Nossos pais nos legaram a fé
O amor ao trabalho honrado
Pelo bem estejamos de pé
Defendendo este solo sagrado.