A palavra Carnaíba, é uma corruptela de Carnauba, árvore existente em abundancia no local, pois nos festejos Antoninos, as barracas eram cobertas com folhas dessas árvores.
Segundo inscrições e desenhos ainda existentes em pedras e furnas localizados no município, esses indícios nos levam a crer que nessas localidades poderiam ter servido de habitação para oborígenes, primeiramente os índios Carirís, que foram abandonando as terras pouco a pouco, até a chegada dos povos civilizados, pela metade do século XVIII. Seu território pertencia à Casa da Torre de Garcia D'avila, conforme o livro de tombo da referida Casa, que faz referencias as fazxendas Carnaíba Velha e Oitizeiro, que foram arrendadas ao Capitão Manoel de Souza Diniz, pela quantia de 14$000 por ano. No meado do século XIX chegaram ao local os portugueses João Gomes dos Reis e o tenente coronel Saturnino Bezerra, que fixaram residência no local. No ano de 1870, João Gomes dos Reis construiu uma capela sob a invocação de Santo Antonio, santo de sua devoção e um cemitério de varas (pau a pique), devido a uma grande lagoa que alí existia a fazenda recebeu o nome de lagoa da barroca, como na época o local era parte integrante do município de Flores, o Sr. João Gomes dos Reis, solicitou um fiscal da sede municipal para efetuar o alinhamento das ruas
Carnaíba, terra sorridente
Que domina a gente
Bem no coração.
Carnaíba,a tua beleza
Que da natureza
Tens a emoção.
Bela chã de sol ardente,
De beleza refulgente
No fulgor de tuas cores,
Irradia em nossas almas
O calor de tuas auras
Linda terra de primores.
Pajeú mui caudaloso
Vai correndo orgulhoso
Por campinas e verdores,
Leva em tuas turvas águas
Ilusões muito amargas
De prazer e de amores.
Juventude, confiança
Nesta terra de esperança,
Florescente e garrida,
Que aponta um futuro,
Que nos enche de orgulho,
Carnaíba mui querida.