Até o ano de 1752, o território era constituído de uma fazenda pertencente a Félix Paes de Azevedo, natural do município de Penedo, em Alagoas. Naquele ano, o referido fazendeiro fez erigir uma capela a São Félix Cantalice, santo de sua devoção.
Para a Igreja, constituiu-se um patrimônio de 100 braças quadradas de terras.
A partir da existência da Capela, o lugar progrediu, vindo a se tornar povoado conhecido pelo nome de Campo de Buique.
O topônimo tem três versões. A primeira afirma ser o vocábulo de origem tupi-guarani, que significa "lugar de cobras". A segunda diz se "terra de sal". A terceira, menos acreditada, indica que os índios utilizavam um osso humano – o fêmur – como trombeta ou búzio e dele produziam o som "buíque, buíque, buíque...".
Oh! Buíque coberto de glória
Teus filhos desejam te exaltar
Porque fazem parte da tua história
Motivo de sempre te amar
Vamos todos os bons buiquenses
Com honra nossa terra elevar
Doando todos nossos pertences
Pois Buíque está sempre a clamar
Nossas forças uniremos
Em prol dos dias teus
Porque assim atrairemos
Sempre as bençãos de deus
Vamos plantar pois tudo dá
Seu povo é bastante varonil
Tua missão é sempre ajudar
A região do imenso brasil
És berço do índio brasileiro
A riqueza vem sempre de sobra
Trabalho seu lema primeiro
Aniquilando o ninho de cobras
Com o trabalho de seus filhos
Grandes heróis que nunca te esquecem
Tens a benção do sublime deus
Que eternamente te favorece
Tem beleza, minérios, bonança
Do passado temos trabuco
Temos filhos guardem perseverança
E serás porvir de Pernambuco