O povoamento do território do Município do Brejo da Madre de Deus, iniciou-se por volta de1710, quando o português ANDRÉ CORDEIRO DOS SANTOS estabeleceu-se no lugar a que chamou de TABOCAS, por existir ali um tabocal, fazendo então erguer um engenho de açúcar. O mesmo nome foi dado a um rio que passava nas extremidades, o Rio Tabocas.
Em 1751, evangelizadores franciscanos, os chamados recoletas, da confraria da Madre de Deus do Recife, mais conhecidos como da Congregação de São Felipe de Néri, adentraram-se pelo interior da capitania, seguindo o curso do Rio Capibaribe e estabeleceram-se num local que hoje fica a quinze quilômetros da sede municipal. Ali, iniciaram a construção de um hospício mas, como naquele ano houve uma grande seca, resolveram mudar-se do lugar e foram para o Sítio Brejo de São José, também conhecido como Brejo de Fora, edificando então, em 1752, uma capela dedicada a São José.
A partir da capela, a povoação que já parecia existir antes dela, passou a se denominar Brejo da Madre de Deus, evoluindo até tornar-se a sede municipal. Em 1760, a Congregação de São Felipe de Neri doou meia légua de terras para patrimônio da Capela, área essa que corresponde ao atual perímetro urbano. A elevação à categoria de freguesia ocorreu em 1797, sendo o primeiro vigário, o padre Antônio da Costa Pinheiro.
Por decisão do Conselho da Província, em 1833, foi criado o Distrito do Brejo da Madre de Deus, desmembrado do Distrito de CIMBRES, do Município de Flores, sendo também criada a Comarca.
Tornou-se a vila Cidade em 1879, e o Distrito passou a ser Município autônomo em 20 de junho de 1833, sendo eleito como primeiro prefeito o Barão de Buíque, Cel. Francisco Alves Cavalcanti Camboim.
Existe um lugar flutuando
nas ondas do meu coração
recanto de inspiração e paz!
Um sol cativante, um mar infinito!
Castelos de areia, cantiga ao luar!
Foi Deus quem o fez,
para a gente dizer: Que bonito este lugar!
Você é tão fascinante,
que faz minha vida brilhar...
Você é tão cativante,
É graça, cultura e ação!
Eu sou seu coqueiro,
que o vento ensaia,
eu sou suas rochas,
crianças na praia!
Eu sou progresso,
eu sou sua gente, faço parte de você!
Madre de Deus, sonhos de verão,
a brisa murmurando a nossa canção!
E num espaço de duas ondas,
eu hei de encontrar lazer!
Balanço gostoso, sargaço
cheiroso,
aqui, quero viver!